Porque por vezes no meio de toda a correria do dia-a-dia esquecemos-nos das coisas simples da vida.
Stress, responsabilidade, pressa de crescer. ou caminhamos devagar e sem destino ou corremos sem aberturas e atenções para o que nos rodeia.
E, num episódio que mistura as duas coisas, percebemos que talvez ainda não sejamos demasiado adultos para redescobrir o que nos faz feliz.
Nesse espírito do ser feliz entra o novo conceito de tocar no tecto. ao vermos um pai a brincar com o filho de dois anos, levantando-o para ele conseguir alcançar o tecto não se evitam sorrisos, perante a gargalhada deliciada do bebé.
Nisto vira-se uma jovem e comenta "Longe vão os dias em que ficávamos felizes só por tocar no tecto"
Quase combinadas erguemos os braços, esticamos os pés e finalmente (a maldição secreta de ter 1,60) tocamos o tecto, quebrando em gargalhadas no momento seguinte.
Porque não é a felicidade idílica e eterna a que muitos estarão a abanar a cabeça e não é a satisfação dos objectivos concretizados que os jovens adultos - participantes da maratona - aspiram...
É apenas a maravilha de saber que ainda conseguimos chegar ao tecto! que ainda temos em nós a capacidade de rir disso - por mais parvo que o momento tenha sido.
Dedicado a uma patrulha guaxini muito especial
Sem comentários:
Enviar um comentário