Origami e eu... uma relação em construção


Andei a entreter-me a fazer origami - muito, muito básico - corações, tentei um cavalo - que todos dizem ser um monstro da idade Jurássica, flores...

Aventurei-me - sim, a palavra para a minha falta de skills artísticas será sempre 'aventurei-me' - a tentar flores de cerejeira (está bem, podem ser fáceis, à vontade, mas para mim estava um pouco complexo de fazer na perfeição).

O papel normal ficou giro - o primeiro protótipo, com pouco esforço e meio à sorte.

A segunda tentativa ficou ridícula! Deveras ridícula!

A terceira teve o mesmo problema apesar de te-la feito com redobrada atenção.

Desfiz a primeira para tentar perceber o que tinha feito de diferente nessa. Guardei os pormenores no cérebro.

Passei ao papel de cor -rosa - e as duas primeiras ficaram estranhas, mas pareciam algum tipo de flores por isso passaram.

A última, que fiz sem qualquer expectativa ou esperança ou cuidado extra, em papel vermelho ficou impecável e não sei como lá cheguei.

Não sei bem qual é a moral desta história:

acho que dizer para dar pouca atenção às coisas vai muito contra a minha personalidade,

dizer para não me preocupar com pormenores é ridículo porque quando relaxas um pouco o mundo mostra-te o contrário,

a prática faz a perfeição seria bonito mas não sei se poderia considerar isso bem verdade afinal o primeiro ficou extremamente giro mas depois nenhum se voltou a assemelhar, apesar do último ter corrido bem.

ou, ou: pede à tua amiga do origami para fazer estas coisas visto que claramente ela é um deusa menor dos trabalhos manuais...sim, parece-me bem...

1 comentário:

AnaDias disse...

Só vi isto agora, mas devias mesmo pedir a deusa menor do origami para te ensinar, just saying (a)